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12 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Optibin Visão geral da tecnologia. Cores consistentes para LEDs coloridos e brancos. Referências NEMA / ANSI ANSLG C78.377-2008: Specifi cations for the Chromaticity of Solid StateLighting Products for Electric Lamps. American National Standards Institute, 2008. “DOE’s ENERGY STAR LED Lighting Program,” www.energystar.gov/index.cfm?c=ssl_res.pt_ssl_program. Acessada em 7 de junho de 2010. SPOT - Serviço Philips de Orientação TécnicaFone: 0800 979 19 25E-mail: [email protected] • www.philips.com.br/lighting Especifi cações e informações técnicas estão sujeitas aalterações sem prévio aviso. Novembro/2010 Copyright © 2010 Philips Solid-State Lighting Solutions, Inc. Todos os direitos reservados.Chromacore, Chromasic, CK, o logotipo CK, Color Kinetics, o logo Color Kinetics, ColorBlast,  ColorBlaze, ColorBurst, ColorGraze, ColorPlay, ColorReach, iW Reach, eW Reach, DIMand, EssentialWhite, eW, iColor Cove, IntelliWhite, iW iPlayer, Optibin e Powercore são marcas registradas ou comerciais da Philips Solid-State Lighting Solutions, Inc. nos Estados Unidos e/ou em outros países. Todos os outros nomes de produtos ou marcas são marcas registradas ou comerciais de seus respectivos proprietários.Devido aos constantes aperfeiçoamentos e inovações, as especifi cações estão sujeitas a alteração sem aviso prévio.

12 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Optibin Visão geral da tecnologia. Cores consistentes para LEDs coloridos e brancos. Referências NEMA / ANSI ANSLG C78.377-2008: Specifi cations for the Chromaticity of Solid StateLighting Products for Electric Lamps. American National Standards Institute, 2008. “DOE’s ENERGY STAR LED Lighting Program,” www.energystar.gov/index.cfm?c=ssl_res.pt_ssl_program. Acessada em 7 de junho de 2010. SPOT - Serviço Philips de Orientação TécnicaFone: 0800 979 19 25E-mail: [email protected] • www.philips.com.br/lighting Especifi cações e informações técnicas estão sujeitas aalterações sem prévio aviso. Novembro/2010 Copyright © 2010 Philips Solid-State Lighting Solutions, Inc. Todos os direitos reservados.Chromacore, Chromasic, CK, o logotipo CK, Color Kinetics, o logo Color Kinetics, ColorBlast,  ColorBlaze, ColorBurst, ColorGraze, ColorPlay, ColorReach, iW Reach, eW Reach, DIMand, EssentialWhite, eW, iColor Cove, IntelliWhite, iW iPlayer, Optibin e Powercore são marcas registradas ou comerciais da Philips Solid-State Lighting Solutions, Inc. nos Estados Unidos e/ou em outros países. Todos os outros nomes de produtos ou marcas são marcas registradas ou comerciais de seus respectivos proprietários.Devido aos constantes aperfeiçoamentos e inovações, as especifi cações estão sujeitas a alteração sem aviso prévio.

2 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 3 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Consistência de cor para LEDs brancos e coloridos Consistência de cor é um índice da qualidade da luz que se aplica tanto a LEDs de  luz branca quanto aos coloridos. Sempre que se trata de luz branca, temperatura  de cor (ou a aparência de cor) é descrita tendo uma aparência “quente” (branco  tendendo ao alaranjado), neutra ou “fria” (branco tendendo ao azulado). As defi nições padrões de Temperatura de Cor possibilitam uma grande variação  na tonalidade da cor que pode ser facilmente distinguida até mesmo em casos que  temos a mesma temperatura de cor. Sendo assim, garantir a consistência da cor é  a maior preocupação dos fabricantes de LEDs, que elaboram métodos para manter  sob rígido controle essas variações. Optibin ®  é tecnologia patenteada  pela Philips Color Kinetics para  otimização da separação de LEDs  (binagem) e a composição dos  mesmos no produto fi nal. O Optibin emprega uma fórmula  avançada de seleção de classe que  supera os padrões do mercado de  LEDs e em termos de consistência  de cores, a fi m de garantir a  uniformidade e a tonalidade de  cor (colorido) e a temperatura  de cor (branco) dos produtos de  iluminação da Philips. Entendendo o conceitode Temperatura de Cor Tecnicamente falando, quando se trata de temperatura de cor, apesar da utilização do termo  “temperatura” ele não está associado diretamente a calor ou frio trazida pela lâmpada ao  ambiente, o termo vem da radiação de um corpo negro - a luz emitida pelo objeto sólido com  certas propriedades, aquecido até atingir o ponto de incandescência - e é expressa em graus  Kelvin (K), uma medida padrão de temperatura absoluta. À medida que o corpo negro aquece,  a luz que ele emite passa por uma sequência de cores, que vai do vermelho ao laranja e daí  para amarelo, branco e azul. É muito semelhante com o que acontece com uma barra de ferro  aquecida na forja de um ferreiro, ou a ponta de um maçarico. A sequência de cores descreve  uma curva em um espaço de cor. O diagrama de cromaticidade abaixo CIE 1931, foi criado pela  Comissão Internacional de Iluminação (CIE – sigla em francês) para defi nir todo o espectro de  cores visíveis a um observador mediano, sobreposto pela curva do corpo negro. 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 520 540 560 580 600 620 700 320 460 470 480 490 x y 500 6000 K 2000 K 1500 K 10,000 K 4000 K Curva do corpo negro 3000 K2500 K Uma lâmpada incandescente emite luz com uma cor de aproximadamente 2700 K, que está  perto da extremidade quente ou avermelhada da escala. Como a lâmpada incandescente  contém um fi lamento que é aquecido até emitir luz, a temperatura do fi lamento corresponde à temperatura de cor da luz. A análise espectral da luz visível possibilita a defi nição das temperaturas de cor de fontes de luz branca não incandescentes, como as lâmpadas fl uorescentes tubulares e os LEDs.  A temperatura real de uma fonte LED de 2700 K é, geralmente, de 80° C, embora a fonte LED emita uma luz da mesma cor do fi lamento aquecido a uma temperatura de 2700 K. O American National Standards Institute (ANSI) criou uma série de normas que defi nem  a  cromaticidade de tipos diferentes de fontes de luz. Para fontes de luz LED, a norma de  cromaticidade C78.377A, publicada em 2008, defi ne 8 Temperaturas de Cor nominais, Um corpo negro é um objeto  que absorve toda a radiação  eletromagnética que nele incide.  Como não refl ete a luz, o corpo  negro parece ser negro. Não existe  um corpo negro perfeito, mas  certos metais oferecem uma boa  aproximação. A curva do corpo negro defi ne o espectro de temperaturas de cor, que variam de quente (avermelhada) a fria (azulada), dentro do espaço de cor CIE 1931.

2 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 3 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Consistência de cor para LEDs brancos e coloridos Consistência de cor é um índice da qualidade da luz que se aplica tanto a LEDs de  luz branca quanto aos coloridos. Sempre que se trata de luz branca, temperatura  de cor (ou a aparência de cor) é descrita tendo uma aparência “quente” (branco  tendendo ao alaranjado), neutra ou “fria” (branco tendendo ao azulado). As defi nições padrões de Temperatura de Cor possibilitam uma grande variação  na tonalidade da cor que pode ser facilmente distinguida até mesmo em casos que  temos a mesma temperatura de cor. Sendo assim, garantir a consistência da cor é  a maior preocupação dos fabricantes de LEDs, que elaboram métodos para manter  sob rígido controle essas variações. Optibin ®  é tecnologia patenteada  pela Philips Color Kinetics para  otimização da separação de LEDs  (binagem) e a composição dos  mesmos no produto fi nal. O Optibin emprega uma fórmula  avançada de seleção de classe que  supera os padrões do mercado de  LEDs e em termos de consistência  de cores, a fi m de garantir a  uniformidade e a tonalidade de  cor (colorido) e a temperatura  de cor (branco) dos produtos de  iluminação da Philips. Entendendo o conceitode Temperatura de Cor Tecnicamente falando, quando se trata de temperatura de cor, apesar da utilização do termo  “temperatura” ele não está associado diretamente a calor ou frio trazida pela lâmpada ao  ambiente, o termo vem da radiação de um corpo negro - a luz emitida pelo objeto sólido com  certas propriedades, aquecido até atingir o ponto de incandescência - e é expressa em graus  Kelvin (K), uma medida padrão de temperatura absoluta. À medida que o corpo negro aquece,  a luz que ele emite passa por uma sequência de cores, que vai do vermelho ao laranja e daí  para amarelo, branco e azul. É muito semelhante com o que acontece com uma barra de ferro  aquecida na forja de um ferreiro, ou a ponta de um maçarico. A sequência de cores descreve  uma curva em um espaço de cor. O diagrama de cromaticidade abaixo CIE 1931, foi criado pela  Comissão Internacional de Iluminação (CIE – sigla em francês) para defi nir todo o espectro de  cores visíveis a um observador mediano, sobreposto pela curva do corpo negro. 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 520 540 560 580 600 620 700 320 460 470 480 490 x y 500 6000 K 2000 K 1500 K 10,000 K 4000 K Curva do corpo negro 3000 K2500 K Uma lâmpada incandescente emite luz com uma cor de aproximadamente 2700 K, que está  perto da extremidade quente ou avermelhada da escala. Como a lâmpada incandescente  contém um fi lamento que é aquecido até emitir luz, a temperatura do fi lamento corresponde à temperatura de cor da luz. A análise espectral da luz visível possibilita a defi nição das temperaturas de cor de fontes de luz branca não incandescentes, como as lâmpadas fl uorescentes tubulares e os LEDs.  A temperatura real de uma fonte LED de 2700 K é, geralmente, de 80° C, embora a fonte LED emita uma luz da mesma cor do fi lamento aquecido a uma temperatura de 2700 K. O American National Standards Institute (ANSI) criou uma série de normas que defi nem  a  cromaticidade de tipos diferentes de fontes de luz. Para fontes de luz LED, a norma de  cromaticidade C78.377A, publicada em 2008, defi ne 8 Temperaturas de Cor nominais, Um corpo negro é um objeto  que absorve toda a radiação  eletromagnética que nele incide.  Como não refl ete a luz, o corpo  negro parece ser negro. Não existe  um corpo negro perfeito, mas  certos metais oferecem uma boa  aproximação. A curva do corpo negro defi ne o espectro de temperaturas de cor, que variam de quente (avermelhada) a fria (azulada), dentro do espaço de cor CIE 1931.

4 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 5 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Variações permitidas na Temperatura de Cor Cada Temperatura de Cor nominal possui uma faixa de variação permitida,  ou tolerância, tanto  na curva do corpo negro como perpendicularmente a ela. As variações na curva do corpo  negro fazem a fonte de luz parecer mais avermelhada ou azulada. As variações acima ou abaixo  da curva do corpo negro fazem a fonte de luz parecer mais esverdeada ou rosada. As variações na curva do corpo negro são medidas em graus K, enquanto as variações  perpendiculares a ela são indicadas em Duv. As faixas de Duv são defi nidas no espaço de cor  CIE 1976 e não no espaço de cor 1931, pois o espaço de cor 1976 (também conhecido como  espaço de cor CIELUV) é mais adequado para a avaliação de diferenças de cor das fontes de  luz: Ele utiliza uma escala uniforme, na qual uma distância medida em qualquer ponto do espaço  de cor representa o mesmo grau de diferença na cor. Os eixos do espaço de cor CIE 1976 são u’ e v’, no lugar de x e y. Duv mede a distância da  curva do corpo negro e, portanto, o grau de mudança da cor (seu delta). Valores Duv positivos  fi cam acima da curva, enquanto os negativos fi cam abaixo. A curva do corpo negro desenhada no espaço de cor CIE 1976 (CIELUV). Como este espaço  de cor utiliza uma escala uniforme, é mais adequado para calcular o Duv das fontes de luz.  Valores Duv positivos fi cam acima da curva do corpo negro, enquanto os negativos fi cam  abaixo. 2700 K (quente) a 6500 K (luz do dia). Para que haja consistência entre os tipos de fontes de  luz, seis dessas Temperaturas de Cor correspondem às especifi cações de cromaticidade para  lâmpadas fl uorescentes compactas (defi nidas na norma ANSI C78.376, publicada em 2001).  Como as fontes LED podem ser fabricadas de modo a produzirem qualquer temperatura de  cor do espectro, a norma ANSI C78.277 defi ne duas Temperaturas de Cor adicionais (4500 K e 5700 K) para preencher as lacunas existentes na curva do corpo negro que não são  consideradas pela norma de cromaticidade para lâmpadas fl uorescentes compactas. 630 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0 520 510 500 490 480 470 460 450 440 430 420 530 540 550 560 570 580 590 600 610 620 640 680 0.1  0.2 0.3 0.4  0.5 0.6 v' u' 630 3 630 490 4 480 8 470 4 460 4 450 0 440 4 430 570 580 5 590 600 6 610 620 620 640 0 68 6500 K 5000 K 4000 K 3500 K 3000 K 2700 K Curva do corpo negro Com os avanços em termos de qualidade da cor e efi ciência energética, os LEDs de luz branca passaram a ser empregados na iluminação geral. A iluminação de sancas com LED confere uma aparência requintada e convidativa à histórica Old North Church em Boston, Massachusetts, EUA. Com os avanços em termos de qualidade da cor e efi ciência energética, os LEDs de luz branca passaram a ser empregados na iluminação geral. A iluminação de sancas com LED confere uma aparência requintada e convidativa à histórica Old North Church em Boston, Massachusetts, EUA. Fotografi  a:  J ohn Brandon Miller Como o diagrama abaixo mostra, as variações permitidas tanto ao longo da curva do corpo  negro como perpendiculares a ela formam um quadrilátero dentro do espaço de cor para cada  temperatura de cor. O tamanho de cada quadrilátero é determinado pelas faixas de Temperatura de Cor e Duv de  cada temperatura de cor, conforme especifi cação da norma ANSI. Por exemplo, o quadrilátero  para a Temperatura de Cor nominal de 3000 K é centralizado em 3045 K, com uma tolerância  de mais ou menos 175. Portanto, o quadrilátero de 3000 K abrange de 2870 K a 3220 K ao  longo da curva do corpo negro. Em outra dimensão, o quadrilátero estende-se 0,006 Duv acima  e abaixo da curva. Na prática, isso signifi ca que a Temperatura de Cor e o Duv medidos das fontes de luz LED  podem variar consideravelmente e ainda serem identifi cados com uma Temperatura de Cor  nominal de 3000 K. 0.28 0.30 0.32 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.26 0.28 0.30 0.32 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.50 0.52 7000 K 6000 K 5000 K 4000 K 3000 K 2500 K 6500 K 5700 K 5000 K 4500 K 4000 K 3500 K 3000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Temperatura de CorNominal 3000 K Curva docorpo negro 3045 K Temperatura de Cor ± 175 Duv ± 0.006 Temperatura de Cor Nominal (ANSI C78.377A) Temperatura Faixa  de  Faixa  de  Duv de Cor  Temperatura  de  Cor 2700 K  2725 K ± 145  0.000 ± 0.006 3000 K  3045 K ± 175  0.000 ± 0.006 3500 K  3465 K ± 245  0.000 ± 0.006 4000 K  3985 K ± 275  0.001 ± 0.006 4500 K  4503 K ± 243  0.001 ± 0.006 5000 K  5028 K ± 283  0.002 ± 0.006 5700 K  5665 K ± 355  0.002 ± 0.006 6500 K  6530 K ± 510  0.003 ± 0.006

4 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 5 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Variações permitidas na Temperatura de Cor Cada Temperatura de Cor nominal possui uma faixa de variação permitida,  ou tolerância, tanto  na curva do corpo negro como perpendicularmente a ela. As variações na curva do corpo  negro fazem a fonte de luz parecer mais avermelhada ou azulada. As variações acima ou abaixo  da curva do corpo negro fazem a fonte de luz parecer mais esverdeada ou rosada. As variações na curva do corpo negro são medidas em graus K, enquanto as variações  perpendiculares a ela são indicadas em Duv. As faixas de Duv são defi nidas no espaço de cor  CIE 1976 e não no espaço de cor 1931, pois o espaço de cor 1976 (também conhecido como  espaço de cor CIELUV) é mais adequado para a avaliação de diferenças de cor das fontes de  luz: Ele utiliza uma escala uniforme, na qual uma distância medida em qualquer ponto do espaço  de cor representa o mesmo grau de diferença na cor. Os eixos do espaço de cor CIE 1976 são u’ e v’, no lugar de x e y. Duv mede a distância da  curva do corpo negro e, portanto, o grau de mudança da cor (seu delta). Valores Duv positivos  fi cam acima da curva, enquanto os negativos fi cam abaixo. A curva do corpo negro desenhada no espaço de cor CIE 1976 (CIELUV). Como este espaço  de cor utiliza uma escala uniforme, é mais adequado para calcular o Duv das fontes de luz.  Valores Duv positivos fi cam acima da curva do corpo negro, enquanto os negativos fi cam  abaixo. 2700 K (quente) a 6500 K (luz do dia). Para que haja consistência entre os tipos de fontes de  luz, seis dessas Temperaturas de Cor correspondem às especifi cações de cromaticidade para  lâmpadas fl uorescentes compactas (defi nidas na norma ANSI C78.376, publicada em 2001).  Como as fontes LED podem ser fabricadas de modo a produzirem qualquer temperatura de  cor do espectro, a norma ANSI C78.277 defi ne duas Temperaturas de Cor adicionais (4500 K e 5700 K) para preencher as lacunas existentes na curva do corpo negro que não são  consideradas pela norma de cromaticidade para lâmpadas fl uorescentes compactas. 630 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0 520 510 500 490 480 470 460 450 440 430 420 530 540 550 560 570 580 590 600 610 620 640 680 0.1  0.2 0.3 0.4  0.5 0.6 v' u' 630 3 630 490 4 480 8 470 4 460 4 450 0 440 4 430 570 580 5 590 600 6 610 620 620 640 0 68 6500 K 5000 K 4000 K 3500 K 3000 K 2700 K Curva do corpo negro Com os avanços em termos de qualidade da cor e efi ciência energética, os LEDs de luz branca passaram a ser empregados na iluminação geral. A iluminação de sancas com LED confere uma aparência requintada e convidativa à histórica Old North Church em Boston, Massachusetts, EUA. Com os avanços em termos de qualidade da cor e efi ciência energética, os LEDs de luz branca passaram a ser empregados na iluminação geral. A iluminação de sancas com LED confere uma aparência requintada e convidativa à histórica Old North Church em Boston, Massachusetts, EUA. Fotografi  a:  J ohn Brandon Miller Como o diagrama abaixo mostra, as variações permitidas tanto ao longo da curva do corpo  negro como perpendiculares a ela formam um quadrilátero dentro do espaço de cor para cada  temperatura de cor. O tamanho de cada quadrilátero é determinado pelas faixas de Temperatura de Cor e Duv de  cada temperatura de cor, conforme especifi cação da norma ANSI. Por exemplo, o quadrilátero  para a Temperatura de Cor nominal de 3000 K é centralizado em 3045 K, com uma tolerância  de mais ou menos 175. Portanto, o quadrilátero de 3000 K abrange de 2870 K a 3220 K ao  longo da curva do corpo negro. Em outra dimensão, o quadrilátero estende-se 0,006 Duv acima  e abaixo da curva. Na prática, isso signifi ca que a Temperatura de Cor e o Duv medidos das fontes de luz LED  podem variar consideravelmente e ainda serem identifi cados com uma Temperatura de Cor  nominal de 3000 K. 0.28 0.30 0.32 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.26 0.28 0.30 0.32 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.50 0.52 7000 K 6000 K 5000 K 4000 K 3000 K 2500 K 6500 K 5700 K 5000 K 4500 K 4000 K 3500 K 3000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Temperatura de CorNominal 3000 K Curva docorpo negro 3045 K Temperatura de Cor ± 175 Duv ± 0.006 Temperatura de Cor Nominal (ANSI C78.377A) Temperatura Faixa  de  Faixa  de  Duv de Cor  Temperatura  de  Cor 2700 K  2725 K ± 145  0.000 ± 0.006 3000 K  3045 K ± 175  0.000 ± 0.006 3500 K  3465 K ± 245  0.000 ± 0.006 4000 K  3985 K ± 275  0.001 ± 0.006 4500 K  4503 K ± 243  0.001 ± 0.006 5000 K  5028 K ± 283  0.002 ± 0.006 5700 K  5665 K ± 355  0.002 ± 0.006 6500 K  6530 K ± 510  0.003 ± 0.006

6 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 7 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Qual é a variação de Temperatura de Cor nominal que uma cor pode ter? O limite a partir do qual uma diferença de cor passa a ser perceptível é defi nido por uma elipse  MacAdam. Uma elipse MacAdam é desenhada no diagrama de cromaticidade de modo que a  cor que está no ponto central tenha um determinado desvio das cores que estão em um ponto  ao longo de sua borda. A escala de uma elipse MacAdam é determinada pelo desvio padrão da  combinação de cores (SDCM -  Standard Deviation of Color Matching ). Uma diferença de cor  de 1 “estágio” SDCM não é visível; de 2 a 4 estágios é pouco visível; e a partir de 5 estágios é  bem perceptível. Como se vê na ilustração abaixo, o tamanho e a orientação das elipses MacAdam variam de  acordo com sua posição no diagrama de cromaticidade CIE 1931, mesmo quando cada elipse  defi ne o mesmo grau de desvio entre a cor em seu centro e qualquer outra cor ao longo de  sua borda. Os quadriláteros que defi nem as faixas de cor das oito Temperaturas de Cor nominais descritas  na norma ANSI C78.377A não são exatamente proporcionais em tamanho a elipses MacAdam  de 7 estágios. Considera-se que qualquer fonte de luz LED cujo ponto de cor medido esteja  dentro de um desses quadriláteros tem a Temperatura de Cor nominal correspondente. Porém,  como as diferenças de cor de sete estágios SDCM são bem visíveis, as fontes de luz com a  mesma Temperatura de Cor nominal podem ter diferenças bem grandes - e perceptíveis - de  matiz. Por exemplo, o gráfi co à direita mostra três fontes de luz LED hipotéticas, A, B e C. Embora  A e B estejam do mesmo lado da curva do corpo negro, a diferença de cor entre elas é  insignifi cante. Por outro lado, a variação de cor entre A e C é quatro vezes maior que a  variação entre A e B. Contudo, as três fontes de luz enquadram-se na especifi cação ANSI de  Temperatura de Cor nominal de 3000 K. Um objetivo primordial dos fabricantes de luminárias é garantir que as diferenças de cor entre  as luminárias sejam mínimas, senão imperceptíveis. Como a Temperatura de Cor nominal não  garante esse grau de uniformidade da cor, os fabricantes de luminárias LEDs criaram vários  esquemas de classifi cação para controlar rigidamente as variações de cor existentes nas fontes  LED que eles compram e usam em seus produtos.  Elipses MacAdam Curva do corpo negro 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 520 540 560 580 600 620 700 320 460 470 480 490 x y 3000 K 500 6000 K 2000 K 1500 K 10,000 K 4000 K 2500 K Observe que, para facilitar a  identifi cação, as elipses MacAdam  mostradas neste e nos demais  diagramas são 10 vezes maiores  que seu tamanho real. 3000 K Curva docorpo negro Greenis h Reddish Bluish •B •C Pinkish •A Usando a classifi cação para obter cores consistentes Durante a produção, os LEDs apresentam variação de cor, fl uxo luminoso e tensão direta.  Como as diferenças são substanciais, os LEDs são medidos e disponibilizados em subclasses,  ou classifi cações. A classifi cação possibilita a escolha dos LEDs adequados às especifi cações  declaradas, por exemplo, para selecionar LEDs para sinais de trânsito com as cores específi cas  exigidas de acordo com o padrão europeu. Os fabricantes de luminárias desenvolvem métodos para selecionar classifi cações de LEDs de  modo a diminuir as diferenças de cor que podem ser visíveis entre dois aparelhos ou entre  duas séries fabricadas. Para entender como se defi ne uma classifi cação, voltaremos ao diagrama  de cromaticidade CIE 1931 e analisaremos a curva do corpo negro. Como o quadrilátero da Temperatura de Cor nominal defi nido pelo ANSI possibilita a  percepção imediata das variações de cor, os fabricantes de LED subdividem cada quadrilátero  em várias áreas menores. Essas áreas menores são as classifi cações disponíveis para LEDs  com uma determinada Temperatura de Cor nominal. Um dos maiores fabricantes de LED, por  exemplo, vende um certo número de classifi cações para uma temperatura de cor, sendo que  cada uma está em uma área que segue a norma ANSI para essa Temperatura de Cor nominal. O diagrama abaixo mostra um exemplo de plano de classifi cação de LEDs de luz branca de  2700 K do fabricante. Embora todas as 16 classifi cações que o fabricante oferece estejam em conformidade com  a norma ANSI C78.377A para uma Temperatura de Cor nominal de 2700 K, haverá alguma  variação em graus K e Duv entre elas. Como a norma ANSI C78.377A abrange apenas parte do que é necessário para garantir a consistência da cor, alguns fabricantes de iluminação com LEDs estão adotando padrões para  a compra e o uso de LEDs que vão além dessa norma. Por exemplo, a Philips Color Kinetics  desenvolveu um modelo matemático de classifi cação, denominado Optibin ® , que garante a uniformidade da cor entre luminárias e séries produzidas. 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.35 0.37 0.39 0.41 0.43 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.37 0.39 0.41 0.43 0.45 0.47 4500 K 4000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Variação embinagem comum 3000 K 3500 K

6 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 7 Optibin - Visão Geral da Tecnologia Qual é a variação de Temperatura de Cor nominal que uma cor pode ter? O limite a partir do qual uma diferença de cor passa a ser perceptível é defi nido por uma elipse  MacAdam. Uma elipse MacAdam é desenhada no diagrama de cromaticidade de modo que a  cor que está no ponto central tenha um determinado desvio das cores que estão em um ponto  ao longo de sua borda. A escala de uma elipse MacAdam é determinada pelo desvio padrão da  combinação de cores (SDCM -  Standard Deviation of Color Matching ). Uma diferença de cor  de 1 “estágio” SDCM não é visível; de 2 a 4 estágios é pouco visível; e a partir de 5 estágios é  bem perceptível. Como se vê na ilustração abaixo, o tamanho e a orientação das elipses MacAdam variam de  acordo com sua posição no diagrama de cromaticidade CIE 1931, mesmo quando cada elipse  defi ne o mesmo grau de desvio entre a cor em seu centro e qualquer outra cor ao longo de  sua borda. Os quadriláteros que defi nem as faixas de cor das oito Temperaturas de Cor nominais descritas  na norma ANSI C78.377A não são exatamente proporcionais em tamanho a elipses MacAdam  de 7 estágios. Considera-se que qualquer fonte de luz LED cujo ponto de cor medido esteja  dentro de um desses quadriláteros tem a Temperatura de Cor nominal correspondente. Porém,  como as diferenças de cor de sete estágios SDCM são bem visíveis, as fontes de luz com a  mesma Temperatura de Cor nominal podem ter diferenças bem grandes - e perceptíveis - de  matiz. Por exemplo, o gráfi co à direita mostra três fontes de luz LED hipotéticas, A, B e C. Embora  A e B estejam do mesmo lado da curva do corpo negro, a diferença de cor entre elas é  insignifi cante. Por outro lado, a variação de cor entre A e C é quatro vezes maior que a  variação entre A e B. Contudo, as três fontes de luz enquadram-se na especifi cação ANSI de  Temperatura de Cor nominal de 3000 K. Um objetivo primordial dos fabricantes de luminárias é garantir que as diferenças de cor entre  as luminárias sejam mínimas, senão imperceptíveis. Como a Temperatura de Cor nominal não  garante esse grau de uniformidade da cor, os fabricantes de luminárias LEDs criaram vários  esquemas de classifi cação para controlar rigidamente as variações de cor existentes nas fontes  LED que eles compram e usam em seus produtos.  Elipses MacAdam Curva do corpo negro 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.0 0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 520 540 560 580 600 620 700 320 460 470 480 490 x y 3000 K 500 6000 K 2000 K 1500 K 10,000 K 4000 K 2500 K Observe que, para facilitar a  identifi cação, as elipses MacAdam  mostradas neste e nos demais  diagramas são 10 vezes maiores  que seu tamanho real. 3000 K Curva docorpo negro Greenis h Reddish Bluish •B •C Pinkish •A Usando a classifi cação para obter cores consistentes Durante a produção, os LEDs apresentam variação de cor, fl uxo luminoso e tensão direta.  Como as diferenças são substanciais, os LEDs são medidos e disponibilizados em subclasses,  ou classifi cações. A classifi cação possibilita a escolha dos LEDs adequados às especifi cações  declaradas, por exemplo, para selecionar LEDs para sinais de trânsito com as cores específi cas  exigidas de acordo com o padrão europeu. Os fabricantes de luminárias desenvolvem métodos para selecionar classifi cações de LEDs de  modo a diminuir as diferenças de cor que podem ser visíveis entre dois aparelhos ou entre  duas séries fabricadas. Para entender como se defi ne uma classifi cação, voltaremos ao diagrama  de cromaticidade CIE 1931 e analisaremos a curva do corpo negro. Como o quadrilátero da Temperatura de Cor nominal defi nido pelo ANSI possibilita a  percepção imediata das variações de cor, os fabricantes de LED subdividem cada quadrilátero  em várias áreas menores. Essas áreas menores são as classifi cações disponíveis para LEDs  com uma determinada Temperatura de Cor nominal. Um dos maiores fabricantes de LED, por  exemplo, vende um certo número de classifi cações para uma temperatura de cor, sendo que  cada uma está em uma área que segue a norma ANSI para essa Temperatura de Cor nominal. O diagrama abaixo mostra um exemplo de plano de classifi cação de LEDs de luz branca de  2700 K do fabricante. Embora todas as 16 classifi cações que o fabricante oferece estejam em conformidade com  a norma ANSI C78.377A para uma Temperatura de Cor nominal de 2700 K, haverá alguma  variação em graus K e Duv entre elas. Como a norma ANSI C78.377A abrange apenas parte do que é necessário para garantir a consistência da cor, alguns fabricantes de iluminação com LEDs estão adotando padrões para  a compra e o uso de LEDs que vão além dessa norma. Por exemplo, a Philips Color Kinetics  desenvolveu um modelo matemático de classifi cação, denominado Optibin ® , que garante a uniformidade da cor entre luminárias e séries produzidas. 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.35 0.37 0.39 0.41 0.43 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.37 0.39 0.41 0.43 0.45 0.47 4500 K 4000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Variação embinagem comum 3000 K 3500 K

8 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 9 Optibin - Visão Geral da Tecnologia As tolerâncias de matiz e Temperatura de Cor do Optibin para luminárias LEDs fi cam dentro  de uma elipse MacAdam de quatro estágios, em vez da elipse de sete estágios prevista na  norma ANSI. Para assegurar que as variações de cor serão bem pouco perceptíveis, o Optibin  prescreve o uso de LEDs de classifi cações com a maior proximidade possível da curva do  corpo negro dentro de uma elipse de quatro estágios. O Optibin emprega algoritmos proprietários para garantir a consistência da cor entre as  luminárias, bem como entre as séries produzidas. Assegurar a consistência da cor com o passar  do tempo é de especial importância no caso de instalações parciais (em que as luminárias são  comprados e instalados em momentos diferentes), ampliações e instalações em vários locais e  nas situações em que luminárias estão substituindo um aparelho defeituoso em que a cor deve  ser correspondente. 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.35 0.37 0.39 0.41 0.43 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.37 0.39 0.41 0.43 0.45 0.47 4500 K 4000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Variação embinagem comum 3000 K 3500 K 2700 K Variaçãoem binagemOPTIBIN No saguão em várias camadas do World Market Center de Las Vegas, EUA, existe um labirinto enorme de sancas. Milhares de metros lineares de eW ®  Cove Powercore,  uma luminária LED da Philips Color Kinetics, proporciona a combinação perfeita de luz em séries com até 15 metros. A consistência da cor entre as luminárias e entre a difusão do facho de cada um deles (uniformidade espacial da cor) é muito importante em instalações de iluminação requintadas e que dependem de ângulos, como nesta. Fotografi  a:  Darius K uzmickas O processo Optibin é aplicado sempre que a Philips Color Kinetics seleciona as classifi cações  de fontes LED para comprar de seus fornecedores. Ele também é aplicado sempre que o  fabricante cria uma série de luminárias para determinar o posicionamento das fontes LED  nesses aparelhos a fi m de preservar a melhor consistência da cor. Ao comprar e combinar  com inteligência fontes LED de uma linha de classifi cações fabricadas, o Optibin garante a  disponibilidade das fontes LED com os atributos de cor corretos, bem como sua devida  implementação, por todo o ciclo de vida das luminárias nos quais elas são utilizadas. Optibin e as lumináriasLED Philips Color Kinetics As luminárias LEDs de luz branca da Philips Color Kinetics conseguem ter a melhor  consistência e uniformidade de cor da indústria usando Optibin. Por exemplo, a nova linha  para iluminação de sancas e nichos com LEDs brancos da Philips Color Kinetics - eW Cove  MX Powercore, eW Cove QLX Powercore e eW Cove EC Powercore - excedem tanto os  padrões previstos pelo ANSI como pela ENERGY STAR no que tange à uniformidade da cor na  iluminação geral de interiores. Conseguir um padrão consistente de temperatura de cor e matiz em aplicações de iluminação  de sancas é particularmente difícil para designers e instaladores de sistemas de iluminação.  Nas aplicações de iluminação de sancas, as fontes de luz fi cam muito próximas das superfícies  iluminadas - geralmente, paredes ou tetos brancos - de modo que sobra pouco espaço para  combinações e a aparência da luz depende muito do ângulo. Vistas de longe, até mesmo  pequenas variações na temperatura de cor e na matiz fi cam muito nítidas. As fontes de luz fl uorescente linear são bastante uniformes, mas seu uso em sancas pode  apresentar problemas decorrentes da sobra dos soquetes - áreas de baixa luminância nas  extremidades dos tubos fl uorescentes - e pontos de brilho, criando uma distribuição irregular  da luz ao longo das superfícies iluminadas. As luminárias para lâmpadas fl uorescentes com a  mesma temperatura de cor nominal também são famosos por apresentarem grande variação  de matiz entre fabricantes diferentes. A iluminação de sancas com LED linear tem suas próprias difi culdades com relação à  consistência e à uniformidade da distribuição da luz. O facho produzido por uma luz LED para  sanca é uma série de  pontos adjacentes, cada um com um certo grau de variação de matiz  e temperatura de cor. A menos que essas variações sejam rigidamente controladas por um  esquema de classifi cação avançado, estriamentos indesejados na cor podem surgir. Os produtos eW Cove MX Powercore, eW Cove QLX Powercore e eW Cove EC Powercore  utilizam o Optibin para garantir que as diferenças sejam praticamente imperceptíveis entre  a saída de um e outro LED e entre luminárias. O eW Cove MX Powercore, por exemplo,  possibilita variações consideravelmente menores em Temperatura de Cor Duv em comparação  com a norma de cromaticidade ANSI C78.377A. As luzes para sancas com LED branco da Philips Color Kinetics também apresentam uma  uniformidade espacial da cor (UEC) extremamente alta. Diferente da Temperatura de Cor e do Duv, que medem a qualidade da cor da luz de uma luminária LED como uma fonte  pontual, a UEC mede a qualidade da cor da luz em todo o facho do aparelho de iluminação,  ou seja, mede as variações de cor em uma luminária individual com mudanças no ângulo de  visualização, uma consideração imprescindível no caso de aplicações que dependem do ângulo.   Norma de Cromaticidade ANSI   eW Cove MX Powercore   Faixa de Temperatura  Variação permitida  Temperatura de Cor  Variação real  de  Cor    medida 2700 K  2725 K ± 145 K  5.3%  2775 K +50 K  1.8% 3000 K  3045 K ± 175 K  5.7%  3006 K -39 K  1.3% 3500 K  3465 K ± 245 K  7.1%  3345 K -120 K  3.5% 4000 K  3985 K ± 275 K  6.9%  3955 K -30 K  0.8%   ANSI Chromaticity Standard C78.377A   eW Cove MX Powercore color reports

8 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 9 Optibin - Visão Geral da Tecnologia As tolerâncias de matiz e Temperatura de Cor do Optibin para luminárias LEDs fi cam dentro  de uma elipse MacAdam de quatro estágios, em vez da elipse de sete estágios prevista na  norma ANSI. Para assegurar que as variações de cor serão bem pouco perceptíveis, o Optibin  prescreve o uso de LEDs de classifi cações com a maior proximidade possível da curva do  corpo negro dentro de uma elipse de quatro estágios. O Optibin emprega algoritmos proprietários para garantir a consistência da cor entre as  luminárias, bem como entre as séries produzidas. Assegurar a consistência da cor com o passar  do tempo é de especial importância no caso de instalações parciais (em que as luminárias são  comprados e instalados em momentos diferentes), ampliações e instalações em vários locais e  nas situações em que luminárias estão substituindo um aparelho defeituoso em que a cor deve  ser correspondente. 0.34 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.35 0.37 0.39 0.41 0.43 0.36 0.38 0.40 0.42 0.44 0.46 0.48 0.37 0.39 0.41 0.43 0.45 0.47 4500 K 4000 K 2700 K y x Curva docorpo negro Variação embinagem comum 3000 K 3500 K 2700 K Variaçãoem binagemOPTIBIN No saguão em várias camadas do World Market Center de Las Vegas, EUA, existe um labirinto enorme de sancas. Milhares de metros lineares de eW ®  Cove Powercore,  uma luminária LED da Philips Color Kinetics, proporciona a combinação perfeita de luz em séries com até 15 metros. A consistência da cor entre as luminárias e entre a difusão do facho de cada um deles (uniformidade espacial da cor) é muito importante em instalações de iluminação requintadas e que dependem de ângulos, como nesta. Fotografi  a:  Darius K uzmickas O processo Optibin é aplicado sempre que a Philips Color Kinetics seleciona as classifi cações  de fontes LED para comprar de seus fornecedores. Ele também é aplicado sempre que o  fabricante cria uma série de luminárias para determinar o posicionamento das fontes LED  nesses aparelhos a fi m de preservar a melhor consistência da cor. Ao comprar e combinar  com inteligência fontes LED de uma linha de classifi cações fabricadas, o Optibin garante a  disponibilidade das fontes LED com os atributos de cor corretos, bem como sua devida  implementação, por todo o ciclo de vida das luminárias nos quais elas são utilizadas. Optibin e as lumináriasLED Philips Color Kinetics As luminárias LEDs de luz branca da Philips Color Kinetics conseguem ter a melhor  consistência e uniformidade de cor da indústria usando Optibin. Por exemplo, a nova linha  para iluminação de sancas e nichos com LEDs brancos da Philips Color Kinetics - eW Cove  MX Powercore, eW Cove QLX Powercore e eW Cove EC Powercore - excedem tanto os  padrões previstos pelo ANSI como pela ENERGY STAR no que tange à uniformidade da cor na  iluminação geral de interiores. Conseguir um padrão consistente de temperatura de cor e matiz em aplicações de iluminação  de sancas é particularmente difícil para designers e instaladores de sistemas de iluminação.  Nas aplicações de iluminação de sancas, as fontes de luz fi cam muito próximas das superfícies  iluminadas - geralmente, paredes ou tetos brancos - de modo que sobra pouco espaço para  combinações e a aparência da luz depende muito do ângulo. Vistas de longe, até mesmo  pequenas variações na temperatura de cor e na matiz fi cam muito nítidas. As fontes de luz fl uorescente linear são bastante uniformes, mas seu uso em sancas pode  apresentar problemas decorrentes da sobra dos soquetes - áreas de baixa luminância nas  extremidades dos tubos fl uorescentes - e pontos de brilho, criando uma distribuição irregular  da luz ao longo das superfícies iluminadas. As luminárias para lâmpadas fl uorescentes com a  mesma temperatura de cor nominal também são famosos por apresentarem grande variação  de matiz entre fabricantes diferentes. A iluminação de sancas com LED linear tem suas próprias difi culdades com relação à  consistência e à uniformidade da distribuição da luz. O facho produzido por uma luz LED para  sanca é uma série de  pontos adjacentes, cada um com um certo grau de variação de matiz  e temperatura de cor. A menos que essas variações sejam rigidamente controladas por um  esquema de classifi cação avançado, estriamentos indesejados na cor podem surgir. Os produtos eW Cove MX Powercore, eW Cove QLX Powercore e eW Cove EC Powercore  utilizam o Optibin para garantir que as diferenças sejam praticamente imperceptíveis entre  a saída de um e outro LED e entre luminárias. O eW Cove MX Powercore, por exemplo,  possibilita variações consideravelmente menores em Temperatura de Cor Duv em comparação  com a norma de cromaticidade ANSI C78.377A. As luzes para sancas com LED branco da Philips Color Kinetics também apresentam uma  uniformidade espacial da cor (UEC) extremamente alta. Diferente da Temperatura de Cor e do Duv, que medem a qualidade da cor da luz de uma luminária LED como uma fonte  pontual, a UEC mede a qualidade da cor da luz em todo o facho do aparelho de iluminação,  ou seja, mede as variações de cor em uma luminária individual com mudanças no ângulo de  visualização, uma consideração imprescindível no caso de aplicações que dependem do ângulo.   Norma de Cromaticidade ANSI   eW Cove MX Powercore   Faixa de Temperatura  Variação permitida  Temperatura de Cor  Variação real  de  Cor    medida 2700 K  2725 K ± 145 K  5.3%  2775 K +50 K  1.8% 3000 K  3045 K ± 175 K  5.7%  3006 K -39 K  1.3% 3500 K  3465 K ± 245 K  7.1%  3345 K -120 K  3.5% 4000 K  3985 K ± 275 K  6.9%  3955 K -30 K  0.8%   ANSI Chromaticity Standard C78.377A   eW Cove MX Powercore color reports

10 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 11 Optibin - Visão Geral da Tecnologia O eW Cove MX Powercore, por exemplo, apresenta uma uniformidade espacial da cor  extremamente alta, superando até mesmo a norma ENERGY STAR, que exige Duv de, no  máximo, 0,0040 em qualquer ângulo. Como resultado, não ocorrem variações de cor visíveis no facho entre o centro e a borda ou em ângulos de visão diferentes. Com o Optibin, as luzes para sanca com LED branco da Philips Color Kinetics oferecem  uma cor extremamente uniforme e consistente em aplicações de sanca linear, sem sombras  causadas por soquete, pontos brilhantes, mudança de cor, estriamento ou efeitos de borda  indesejados. Elas oferecem uma qualidade de luz tão boa quanto a das luminárias com lâmpadas  fl uorescentes compatíveis, senão melhor. Além disso, oferecem efi ciência energética superior e  uma vida útil média de 10 a 20 vezes mais longa que a vida útil nominal de várias fontes de luz  fl uorescentes. iW ®  Cove Powercore, luminárias LEDs de luz branca regulável e canais para LEDS  de luz quente e fria, permitem que a equipe do Rustic Kitchen de Boston regule precisamente o nível de sombra da luz branca desejado -  mais fria durante o dia (acima), mais quente à noite (abaixo). Fotografi  a:  J ohn Brandon Miller •  DOE’s ENERGY STAR LED Lighting Program em www.energystar.gov/index.cfm?c=ssl_res.pt_ssl_program)    Relatório de cor do eW Cove MX Powercore 2700 K. Medições feita com ângulo lateral de 0 grau. eW Cove MX Powercore/ 2700 K Ângulo vertical  Duv medido  Norma ENERGY STAR 0 0.0028    0.0040 10 0.0021    0.0040 20 0.0016    0.0040 30 0.0005    0.0040 40 0.0004    0.0040 50 0.0013    0.0040 60 0.0012    0.0040 70 0.0010    0.0040 80 0.0012    0.0040 Os LEDs podem ser fabricados com uma ampla variedade de temperaturas de cor que se  aproximam das temperaturas de cor de várias fontes de luz não LED, da luz do dia e da luz  do céu.  Para escolher a temperatura de cor certa para uma aplicação, é preciso considerar  diversos fatores. Determinadas temperaturas de cor, da quente à fria, passando pela neutra, são associadas  a certas fontes de luz e a certos ambientes. A temperatura de cor também altera o efeito  emocional de um espaço e podem afetar drasticamente a aparência dos objetos expostos em  lojas, galerias e museus. Escolher a temperatura de cor certa corresponde a ter a fonte de luz  certa para o ambiente, podendo infl uenciar positivamente o comportamento do consumidor  ou aumentar a produtividade em locais de trabalho. As luminárias LED de luz branca e temperaturas de cor fi xas podem substituir facilmente a  maioria das fontes de luz convencionais. As luminárias LED de luz branca regulável oferecem  uma série de temperaturas de cor que podem ser alteradas a qualquer momento com  controladores de iluminação. A luz branca regulável é ideal para a iluminação de vitrines  cujo visual pode ser mudado, para alterar o clima de um espaço público (com esquemas de  iluminação distintos para os períodos da manhã, da tarde e da noite, por exemplo), e para  aplicações em teatros e estúdios que precisam de níveis variáveis de luz e sombra de luz branca. Temperatura de cor quente Temperatura de cor fria Como as fontes fl uorescentes, os LEDs são capazes  de oferecer toda a gama de temperaturas de cor,  de quente à fria, de neutra à luz do dia. Embora,  normalmente, a combinação de tipos de fonte de  luz na mesma instalação não seja recomendada,  os LEDs podem substituir as fontes de luz  fl uorescentes, halógenas, incandescentes ou de  vapor metálico em aplicações retrofi t. As luminárias de luz branca regulável, como os  da linha IntelliWhite ®  da Philips Color Kinetics,  oferecem várias temperaturas de cor na mesma  luminária. Efeito, clima e aplicação por temperatura de cor Temperatura de cor Quente 2700 K Quente 3000 K Neutra 3500 K Fria 4100 K Luz do dia 5000 K - 6500 K Efeitos e climas QuenteAconcheganteAberto AmigávelÍntimoPessoalExclusivo AmigávelConvidativoNão intimidante AsseadoLimpoEficiente BrilhanteAlertaColoração exigente Aplicações RestauranteSaguões de hotelBoutiquesCasas BibliotecasÁreas em escritóriosLojas de varejo ShowroomsLivrariasÁreas em escritórios Áreas em escritóriosSalas de aulaGrandes varejistasHospitais GaleriasMuseusJoalheriasÁreas de exames médicos Fontes de luz e suas temperaturas de cor Temperatura de cor Fluorescente Halógena Incandescente LED Vapor metálico Quente 2700 K ✓ ✓ ✓ Quente 3000 K ✓ ✓ ✓ ✓ Neutra  3500 K ✓ ✓ Fria 4100 K ✓ ✓ ✓ Luz do dia 5000 K - 6500 K ✓ ✓ Oferecendo toda a gama detemperaturas de cor Escolhendo o branco certo

10 Optibin - Visão Geral da Tecnologia 11 Optibin - Visão Geral da Tecnologia O eW Cove MX Powercore, por exemplo, apresenta uma uniformidade espacial da cor  extremamente alta, superando até mesmo a norma ENERGY STAR, que exige Duv de, no  máximo, 0,0040 em qualquer ângulo. Como resultado, não ocorrem variações de cor visíveis no facho entre o centro e a borda ou em ângulos de visão diferentes. Com o Optibin, as luzes para sanca com LED branco da Philips Color Kinetics oferecem  uma cor extremamente uniforme e consistente em aplicações de sanca linear, sem sombras  causadas por soquete, pontos brilhantes, mudança de cor, estriamento ou efeitos de borda  indesejados. Elas oferecem uma qualidade de luz tão boa quanto a das luminárias com lâmpadas  fl uorescentes compatíveis, senão melhor. Além disso, oferecem efi ciência energética superior e  uma vida útil média de 10 a 20 vezes mais longa que a vida útil nominal de várias fontes de luz  fl uorescentes. iW ®  Cove Powercore, luminárias LEDs de luz branca regulável e canais para LEDS  de luz quente e fria, permitem que a equipe do Rustic Kitchen de Boston regule precisamente o nível de sombra da luz branca desejado -  mais fria durante o dia (acima), mais quente à noite (abaixo). Fotografi  a:  J ohn Brandon Miller •  DOE’s ENERGY STAR LED Lighting Program em www.energystar.gov/index.cfm?c=ssl_res.pt_ssl_program)    Relatório de cor do eW Cove MX Powercore 2700 K. Medições feita com ângulo lateral de 0 grau. eW Cove MX Powercore/ 2700 K Ângulo vertical  Duv medido  Norma ENERGY STAR 0 0.0028    0.0040 10 0.0021    0.0040 20 0.0016    0.0040 30 0.0005    0.0040 40 0.0004    0.0040 50 0.0013    0.0040 60 0.0012    0.0040 70 0.0010    0.0040 80 0.0012    0.0040 Os LEDs podem ser fabricados com uma ampla variedade de temperaturas de cor que se  aproximam das temperaturas de cor de várias fontes de luz não LED, da luz do dia e da luz  do céu.  Para escolher a temperatura de cor certa para uma aplicação, é preciso considerar  diversos fatores. Determinadas temperaturas de cor, da quente à fria, passando pela neutra, são associadas  a certas fontes de luz e a certos ambientes. A temperatura de cor também altera o efeito  emocional de um espaço e podem afetar drasticamente a aparência dos objetos expostos em  lojas, galerias e museus. Escolher a temperatura de cor certa corresponde a ter a fonte de luz  certa para o ambiente, podendo infl uenciar positivamente o comportamento do consumidor  ou aumentar a produtividade em locais de trabalho. As luminárias LED de luz branca e temperaturas de cor fi xas podem substituir facilmente a  maioria das fontes de luz convencionais. As luminárias LED de luz branca regulável oferecem  uma série de temperaturas de cor que podem ser alteradas a qualquer momento com  controladores de iluminação. A luz branca regulável é ideal para a iluminação de vitrines  cujo visual pode ser mudado, para alterar o clima de um espaço público (com esquemas de  iluminação distintos para os períodos da manhã, da tarde e da noite, por exemplo), e para  aplicações em teatros e estúdios que precisam de níveis variáveis de luz e sombra de luz branca. Temperatura de cor quente Temperatura de cor fria Como as fontes fl uorescentes, os LEDs são capazes  de oferecer toda a gama de temperaturas de cor,  de quente à fria, de neutra à luz do dia. Embora,  normalmente, a combinação de tipos de fonte de  luz na mesma instalação não seja recomendada,  os LEDs podem substituir as fontes de luz  fl uorescentes, halógenas, incandescentes ou de  vapor metálico em aplicações retrofi t. As luminárias de luz branca regulável, como os  da linha IntelliWhite ®  da Philips Color Kinetics,  oferecem várias temperaturas de cor na mesma  luminária. Efeito, clima e aplicação por temperatura de cor Temperatura de cor Quente 2700 K Quente 3000 K Neutra 3500 K Fria 4100 K Luz do dia 5000 K - 6500 K Efeitos e climas QuenteAconcheganteAberto AmigávelÍntimoPessoalExclusivo AmigávelConvidativoNão intimidante AsseadoLimpoEficiente BrilhanteAlertaColoração exigente Aplicações RestauranteSaguões de hotelBoutiquesCasas BibliotecasÁreas em escritóriosLojas de varejo ShowroomsLivrariasÁreas em escritórios Áreas em escritóriosSalas de aulaGrandes varejistasHospitais GaleriasMuseusJoalheriasÁreas de exames médicos Fontes de luz e suas temperaturas de cor Temperatura de cor Fluorescente Halógena Incandescente LED Vapor metálico Quente 2700 K ✓ ✓ ✓ Quente 3000 K ✓ ✓ ✓ ✓ Neutra  3500 K ✓ ✓ Fria 4100 K ✓ ✓ ✓ Luz do dia 5000 K - 6500 K ✓ ✓ Oferecendo toda a gama detemperaturas de cor Escolhendo o branco certo