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Gestão de Energia – Estudo de caso em setor de saneamento
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Gestão de Energia – Estudo de caso em setor de saneamento

Os indicadores de cobertura de serviços de saneamento básico no Brasil indicam que o setor deve enfrentar desafios relevantes para expandir a oferta de seus serviços a uma parcela significativa da população. De acordo com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA, 2016), a principal lacuna refere-se ao tratamento de esgoto, uma vez que este serviço contempla apenas 40% do volume total de resíduos gerado. Do total de eletricidade demandado pelas empresas do setor de saneamento, cerca de 95% destina-se aos sistemas de abastecimento d’água (EPA, 2008). Os 5% restantes são utilizados para suportar as atividades dos sistemas de esgotamento sanitário. Em países com relevantes restrições de cunho econômico-financeiras, dentre os quais o Brasil se insere, a redução do consumo energético associado aos processos de fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto ganha especial importância, pois pode contribuir para acelerar a expansão da oferta de serviços de saneamento básico para a população. O objetivo geral deste documento é identificar e descrever os passos necessários para que um Sistema de Gestão de Energia (SGE) compatível com a norma “ABNT NBR ISO 50001 – Sistemas de gestão da energia — Requisitos com orientações para uso”1,2 seja implementado em uma estação de tratamento de esgoto, utilizando o caso da estação de tratamento de esgoto ETE Arujá.

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Gestão de Energia – Estudo de caso em setor de saneamento

Publicado: 27 de fevereiro de 2019 · Categoria: Technical Papers

Os indicadores de cobertura de serviços de saneamento básico no Brasil indicam que o setor deve enfrentar desafios relevantes para expandir a oferta de seus serviços a uma parcela significativa da população. De acordo com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA, 2016), a principal lacuna refere-se ao tratamento de esgoto, uma vez que este serviço contempla apenas 40% do volume total de resíduos gerado. Do total de eletricidade demandado pelas empresas do setor de saneamento, cerca de 95% destina-se aos sistemas de abastecimento d’água (EPA, 2008). Os 5% restantes são utilizados para suportar as atividades dos sistemas de esgotamento sanitário. Em países com relevantes restrições de cunho econômico-financeiras, dentre os quais o Brasil se insere, a redução do consumo energético associado aos processos de fornecimento de água e coleta e tratamento de esgoto ganha especial importância, pois pode contribuir para acelerar a expansão da oferta de serviços de saneamento básico para a população. O objetivo geral deste documento é identificar e descrever os passos necessários para que um Sistema de Gestão de Energia (SGE) compatível com a norma “ABNT NBR ISO 50001 – Sistemas de gestão da energia — Requisitos com orientações para uso”1,2 seja implementado em uma estação de tratamento de esgoto, utilizando o caso da estação de tratamento de esgoto ETE Arujá.

Deste documento

Gestão de Energia Estudo de caso no setor de Saneamento Análise de “gap” para implantação da norma ABNT NBR ISO 50001 na estação de tratamento de esgotos de Arujá 2018 FICHA TÉCNICA Texto original em português elaborado por: Alberto José Fossa Felipe de Albuquerque Sgarbi Alexandre de Barros Gallo Revisado e supervisionado por: Glycon Garcia Jr. ESCLARECIMENTOS Apesar de este documento ter sido preparado com os devidos cuidados, o ICA e qualquer outra instituição participante não se responsabilizam pelas informações e análises apresentadas que devem ser creditadas diretamente aos autores do documento. Sumário 1. Introdução ............................................................................................................................. 5 1.1. Justificativa ........................................................................................................................ 5 1.2. Objetivos ........................................................................................................................... 6 2. Apresentação ........................................................................................................................ 8 2.1. A Sabesp ............................................................................................................................ 8 2.2. Aspectos gerais do tratamento de esgoto na Sabesp ....................................................... 9 2.2.1. Reator anaeróbio de fluxo ascendente (RAFA)...

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