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Tecnologia do cobre na arquitetura: cobertura de edifícios - Capitulo 8
Este livro, escrito pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), João Roberto Leme Simões, trata das tecnologias utilizadas nas coberturas dos edifícios, especialmente os revestimentos de cobre. Além do custo-benefício da aplicação, são consideradas as propriedades do metal e suas ligas – maleabilidade, ductilidade, condutividade e resistência à corrosão -, o senso estético com formas arrojadas e a identidade construtiva. Saiba mais fazendo o download da obra. FONTE: Procobre
Procobre
Tecnologia do cobre na arquitetura: cobertura de edifícios - Capitulo 8
Publicado: 11 de julho de 2019 · Categoria: White Papers
Este livro, escrito pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP), João Roberto Leme Simões, trata das tecnologias utilizadas nas coberturas dos edifícios, especialmente os revestimentos de cobre. Além do custo-benefício da aplicação, são consideradas as propriedades do metal e suas ligas – maleabilidade, ductilidade, condutividade e resistência à corrosão -, o senso estético com formas arrojadas e a identidade construtiva. Saiba mais fazendo o download da obra. FONTE: Procobre
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Capítulo 8 ASPECTOS ECONÔMICOS DAS COBERTURAS DE COBRE Estudos econômicos realizados pelos técnicos do Chile e Espanha, países com tradição de uso do cobre nas coberturas, e mais recentemente pelos técnicos brasileiros, vêm possibilitar aos profissionais da área em questão tomar decisões sobre o uso deste metal na arquitetura e na construção civil dos edifícios. Os chilenos realizaram análise comparativa de custos das coberturas de cobre com outros materiais similares, como as chapas de zinco, telhas de ardósia e painéis multi-clad. Concluíram pelo seu uso face às vantagens apresentadas na relação de custo x benefício, onde seu “valor presente” e de “manutenção”, associado a excelente durabilidade e alto fator de servicibilidade o caracterizam como opção técnico-econômica (Ref. 24). Já os espanhóis enfatizam que o custo / m2 de uma cobertura de determinado edifício independe do material escolhido, e sim da função do sistema com que é executada. Associando estes pormenores às qualidades técnicas, atributos e características específicas concluem que o cobre constitui em si mesmo um “capital” que não desaparece e, como a sua perda constatada ao longo de sua vida útil é praticamente nula, seu valor intrínseco torna-se competitivo. Também concluem que, quanto maior for a atenção dada a uma determinada cobertura, fazendo-a por merecer, e maiores forem as dificuldades de sua execução e manutenção, tanto mais oportuna se ressaltam as necessidades de existência da durabilidade,...
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